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Archive for April, 2017

5 razões para oferecer wifi e tirar proveito disso

 1 – Storytelling na arte de oferecer 2 – Conteúdo original extra 3 – Via verde para as suas páginas 4 – Mais gente, por mais tempo, com mais consumo 5 – Permitir que a recomendação traga mais amigos

 

Oferecer internet é mais do que oferecer um serviço, é uma ferramenta de marketing que cria uma ligação com o cliente.

1 – Storytelling na arte de oferecer
A primeira coisa que os vossos clientes fazem não é decidir o que querem da ementa – é confirmar se há ou não wi-fi disponível (e se a palavra passe está disponível a todos). Não é obrigatório oferecer wi-fi, mas senão o fizer pode estar a perder uma oportunidade. Oportunidade para contar mais um capítulo da sua história, para definir mais um traço da personalidade do seu negócio e para se relacionar com o seu cliente. Porque não usar uma placa personalizada ou até usar frases inspiradoras ou engraçadas para mostrar que oferecem internet grátis? Todos os detalhes contam, desde o nome da rede à palavra passe. Mas não se deixe levar logo pelo entusiasmo da filantropia, garanta que oferece wifi como “Guest”, não confunda o que oferece com aquele que usa para gestão interna, porque isso pode ser uma abertura para hacks ao seus sistema.
2 – Via verde para as suas páginas
Ao oferecer wi-fi, deixe que a página de entrada favoreça o seu negócio. Quer mais seguidores no Facebook? Porque não colocar a sua página da rede social como página de entrada? Quer mais reviews? Experimente levá-los a página do TripAdvisor. Tem uma promoção que quer que todos saibam? Use uma ligação directa para a promoção. Quer mais subscritores para a sua newsletter? Use um formulário de entrada. Depois de estabelecer o objectivo, trace a estratégia. Vai valer a pena.
3 – Mais gente, por mais tempo, com mais consumo
As pessoas ficam mais tempo e acabam por gastar mais – não é a norma, mas é a tendência – especialmente em bares. Estudos mostram que se oferecer internet, os clientes tendem a passar mais tempo dentro do seu estabelecimento, aumentando a probabilidade de continuarem a consumir e gastar mais dinheiro. Confirme no gráfico abaixo:
                   
4 – Receber volumes de conteúdo original
Os clientes criam conteúdo por nós. Hoje em dia, todos gostam de partilhar o que estão a fazer, a ver, a comer, onde, com quem, etc. Não é novidade mas, apesar de o recurso a dados móveis ser normal e frequente, nem todos dispõem de pacotes ilimitados de dados. Por isso é tão importante disponibilizar wifi, para que a probabilidade de partilha ser maior e mais imediata, tendo ainda a possibilidade de ser feita com recurso a geolocalização, o que também é uma vantagem para si.
5 – A recomendação traz mais amigos
Nada como a recomendação de um amigo nas redes sociais para nos fazer sair de casa. Porque não recorrer a aplicações que permitam isso? Recorram a plataformas como o TripAdvisor ou a Zomato e deixem que seja criada uma comunidade de forma orgânica.
 

a Lombarda.

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5 Passos para montar a sua Estratégia (de Vinho) no Instagram

O vinho é um negócio de paixão. Não se trata só de vender garrafas. Trata-se de vender lifestyle, romance, convívio, jantares. Qualquer pessoa se identifica com isso.

A questão está em como diferenciar o vosso vinho do vosso vizinho. Certo?

Visto não poder estar em todas as prateleiras e tabs de lojas virtuais por esse mundo fora, é preciso criar canais que expressem isso por si.

Thank god for social media, right?

O Instagram é já a segunda rede social mais relevante em Portugal (atrás do Facebook, claro). Se só puder investir em duas, que sejam essas.

Procurava o par perfeito para qualquer negócio do vinho? É esse. Mas – sim, eu sei – como começar?

1 – Sabia que está sentado numa mina de ouro? 2 – Onde quer chegar? 3 – Tem uma oportunidade para impressionar 4 – E se pudesse partilhar mais do que fotografias? 5 – Conte as suas histórias, mas também as dos outros

 

1- Sabia que está sentado numa mina de ouro?

Muito provavelmente já tem uma página de Facebook, de Twitter, de Youtube, etc etc. Vamos assumir que o mundo digital não é novo para si, mas sabe que está sentado numa mina de ouro de informação? Essa informação só tem valor quando posta a uso – um bocadinho como o ouro (guardado em casa, não vale para grande coisa). Hoje em dia, todos os comportamentos são lidos, medidos e contabilizados (na internet, é claro) e isso traduz-se numa mão cheia de gráficos e tabelas cheios de informação sobre quem vos adora ver/ler/visitar/partilhar/comprar. Afinal:
  • Quem são os consumidores que o seguem?
  • Que idades têm?
  • Quais as reações que têm ao seu conteúdo?
  • A que horas mais o vêem?
  • Quem está mais envolvido?
  • Quais os interesses deles?
2 – Onde quer chegar?
Agora que já viu qual o ponto de situação das suas páginas, é preciso tentar perceber o que quer alcançar com esta nova aposta. Não deve começar a partilhar do nada.
Quais são os objectivos, o que pretende alcançar com este investimento numa nova rede social? Não se registe só porque “todos estão lá” ou porque “está na moda”. Defina objectivos e trace um plano, por mais simples que seja. O que pretende?
  • Conseguir mais visitantes na sua adega?
  • Aumentar o número de subscritores da sua newsletter?
  • Aumentar o alcance do seu conteúdo?
  • Construir brand awareness?
  • Fazer promoções?
Dentro de cada um destes pontos de partida, pode (e deve) traçar objectivos mais concretos (SMART) e considere-os como: Específicos – o quê, quando, onde, como? Mensuráveis – é bom ser objectivo e concreto – utilize as medidas certas. Alcançáveis e Realistas – costuma-se dizer que o céu é o limite, mas se esse for o objectivo vamos andar eternamente à procura dele. Temporais – deve ter deadlines e durações fechadas num calendário.
3 – Tem uma oportunidade para impressionar
Não é preciso encomendar um book fotográfico às suas garrafas ou ao enólogo da casa, mas também não simplifique tanto que pareça que foi buscar uma fotografia a um banco de imagens. Não “despache” o perfil para poder começar logo a partilhar.
Dedique algum tempo a pensar na forma como se quer mostrar aos outros. Escolha uma boa fotografia que o identifique e o diferencie, escreva uma pequena descrição (as pessoas já sabem que é produtor de vinho, diga-lhes algo que elas não saibam – de preferência em 150 caracteres ou menos), e use esta oportunidade para as direcionar para um link ou deixe um hashtag relevante que queira ver utilizado.
4 – E se pudesse partilhar mais do que fotografias?
No Instagram, um dos pontos mais importantes é a qualidade das fotografias. Ninguém quer ver fotografias banais. É preciso que sejam interessantes e visualmente relevantes mas, sejamos sinceros, não é fácil produzir conteúdo visualmente interessante todos os dias. Felizmente, temos o Insta Stories, onde a qualidade do vídeo não é tão relevante e onde o que interessa é contar uma história ou revelar um detalhe. Aqui, pode partilhar algo que está a acontecer naquele momento:
  • Partilhe um momento de uma história do seu vinho;
  • Dê destaque a um cliente que esteja de visita;
  • Mostre o trabalho que está a desenvolver na sua quinta;
  • Mostre a função de um dos elementos da sua equipa.
5 – Conte as suas histórias, mas também as dos outros
Por fim, vamos admitir, ninguém quer estar com uma pessoa que passa o dia a falar de si própria, certo? Possivelmente, a sua marca já está associada a uma temática ou a uma posição – fale disso. A sua marca associa-se à arte? Fale disso. Tem vinhos muito consumidos por millennials? Partilhe coisas que interessem aos seus millennials. Tem vinhos particularmente gastronómicos? Partilhe receitas. E se falar de receitas, não fale só daquelas que utilizam o seu vinho, como pêras bêbedas, sangrias ou coq au vin. Escolha receitas que harmonizem com ele na perfeição – afinal as pessoas vão sempre ter de beber, certo?

a Lombarda.

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