Antes bastava estar presente, partilhar actualizações e promover anúncios.
Agora já não.
Mas foi bom enquanto durou.
Hoje, o foco é a qualidade e o lema mudou para uma espécie de quid pro quo.
O consumidor aceita despender tempo e dinheiro mas convém que a marca responda com conteúdo e relevância, caso contrário a janela fechou e a oportunidade fugiu (em muitos casos, literalmente).
Os anúncios são vistos em fast forward e as janelas de publicidade podem ser fechadas ainda antes de abrirem totalmente. A escolha é nossa.
O desafio das marcas está em mostrar o que está para além dos produtos e serviços.
É preciso storytelling que acrescente à experiência.
Com feeds recheados, trata-se de vender histórias, mood, feel, vibe, tribo, valor.
Tem de valer a pena.
Tem de valer o tempo.
É um namoro, uma relação especial e duradoura, em que o cliente se identifica e compra.
Afinal, o social media é exactamente isso – Social.
É um negócio de pessoas para pessoas.
a LOMBARDA